Nós seres humanos não merecemos a misericórdia de Deus. Mas nenhum homem pode reclamar a misericórdia de Deus por mérito... Pois, assim como vós outrora fostes desobedientes a Deus, mas agora alcançastes misericórdia pela desobediência deles, Rm 11:30
No VT mostram repetidamente os pecados do povo com afirmações tais como “nós pecamos,” “eu pequei” e “pecamos contra o Senhor”. João diz: “Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós” (1 João 1:10). E nos é dito, “Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio” (1 João 3:8).
O pecado é definido como “transgressão da lei” de Deus, revelada nas Escrituras (1 João 3:4). O povo do Velho Testamento tinha uma lei, dada por Deus através de Moisés e dos profetas. Ninguém guardou a lei, e pecou ao transgredi-la. O povo, agora, vive sob a lei do Novo Testamento dada por Deus através de Cristo, do Espírito e dos apóstolos. Quando deixamos de segui-la, pecamos, ao transgredi-la.
Tiago conta-nos os passos que conduzem ao pecado. “Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tiago 1:14-15). O homem peca porque deixa de resistir às tentações do diabo e, assim fazendo, viola a lei de Deus.
Este processo de sedução começou com o primeiro homem e a primeira mulher, pelo diabo (Gênesis 2:3), e continua até o dia presente. O homem foi, e é, culpado diante de Deus, e Paulo diz, “... naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo” (Efésios 2:12).
Jesus não veio convocar os livres, porém os seus interlocutores alegavam nunca terem sido escravos de ninguém ( Jo 8:33 ). Jesus veio buscar os perdidos, os doentes, os necessitados, os tristes, etc., porém, os filhos de Jacó consideravam nunca terem transgredido a aliança de Deus “E saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos” (Lc 15:29).
Neste diapasão, muitos dos filhos de Jacó achavam ter uma condição diferenciada diante de Deus por não se comportarem conforme os demais homens: "O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano" (Lc 18:11 ; Lc 13:1 -2).
Conhecendo a misericórdia de Deus, bem como nossa fraqueza da carne, advertimos a todos: “... guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna” (Judas 1:21), e a que “Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hebreus 4:16). Amém
Fonte:Postado Ismael L. Queiroz.
No VT mostram repetidamente os pecados do povo com afirmações tais como “nós pecamos,” “eu pequei” e “pecamos contra o Senhor”. João diz: “Se dissermos que não temos cometido pecado, fazemo-lo mentiroso, e a sua palavra não está em nós” (1 João 1:10). E nos é dito, “Aquele que pratica o pecado procede do diabo, porque o diabo vive pecando desde o princípio” (1 João 3:8).
O pecado é definido como “transgressão da lei” de Deus, revelada nas Escrituras (1 João 3:4). O povo do Velho Testamento tinha uma lei, dada por Deus através de Moisés e dos profetas. Ninguém guardou a lei, e pecou ao transgredi-la. O povo, agora, vive sob a lei do Novo Testamento dada por Deus através de Cristo, do Espírito e dos apóstolos. Quando deixamos de segui-la, pecamos, ao transgredi-la.
Tiago conta-nos os passos que conduzem ao pecado. “Ao contrário, cada um é tentado pela sua própria cobiça, quando esta o atrai e seduz. Então, a cobiça, depois de haver concebido, dá à luz o pecado; e o pecado, uma vez consumado, gera a morte” (Tiago 1:14-15). O homem peca porque deixa de resistir às tentações do diabo e, assim fazendo, viola a lei de Deus.
Este processo de sedução começou com o primeiro homem e a primeira mulher, pelo diabo (Gênesis 2:3), e continua até o dia presente. O homem foi, e é, culpado diante de Deus, e Paulo diz, “... naquele tempo, estáveis sem Cristo, separados da comunidade de Israel, e estranhos às alianças da promessa, não tendo esperança e sem Deus no mundo” (Efésios 2:12).
Jesus não veio convocar os livres, porém os seus interlocutores alegavam nunca terem sido escravos de ninguém ( Jo 8:33 ). Jesus veio buscar os perdidos, os doentes, os necessitados, os tristes, etc., porém, os filhos de Jacó consideravam nunca terem transgredido a aliança de Deus “E saindo o pai, instava com ele. Mas, respondendo ele, disse ao pai: Eis que te sirvo há tantos anos, sem nunca transgredir o teu mandamento, e nunca me deste um cabrito para alegrar-me com os meus amigos” (Lc 15:29).
Neste diapasão, muitos dos filhos de Jacó achavam ter uma condição diferenciada diante de Deus por não se comportarem conforme os demais homens: "O fariseu, estando em pé, orava consigo desta maneira: Ó Deus, graças te dou porque não sou como os demais homens, roubadores, injustos e adúlteros; nem ainda como este publicano" (Lc 18:11 ; Lc 13:1 -2).
Conhecendo a misericórdia de Deus, bem como nossa fraqueza da carne, advertimos a todos: “... guardai-vos no amor de Deus, esperando a misericórdia de nosso Senhor Jesus Cristo, para a vida eterna” (Judas 1:21), e a que “Acheguemo-nos, portanto, confiadamente, junto ao trono da graça, a fim de recebermos misericórdia e acharmos graça para socorro em ocasião oportuna” (Hebreus 4:16). Amém
Fonte:Postado Ismael L. Queiroz.












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